O Racismo é uma bobagem 1.
A tese dos nazistas de superioridade da Raça Ariana, naufragou já no início de seu governo na Alemanha, na olimpíada de Berlim de 1936, na qual o grande vencedor individual foi Jesse Owens nascido nos Estados Unidos e neto de Escravos, que na hierarquia das “raças” dos nazistas, estava à frente apenas dos Semitas.
Como especialistas
em mentir e espalhar lama até os dias de hoje os fascistas, chamados de nazistas
na Alemanha, conseguiram convencer muita gente, por mais 10 anos (1936-1945), por meio da
força, do terror e de uma intensa propaganda, que esta tese era verdadeira, usando
inclusive o primeiro lugar nesta olimpíada, conquistado pelos alemães. Entretanto,
como escreveu Brecht, um alemão como tantos outros que não caiu no conto nazista
de superioridade racial e de anticomunismo: “os bons sempre são a maioria”,
portanto, o nazismo foi derrotado e em nossos dias somente os ignorantes ainda
acreditam nesta bobagem de superioridade racial e no racismo, portanto.
Jesse Owens e a “superioridade da raça ariana”.
l
“Os Jogos
Olímpicos na cidade alemã de Berlim, em 1936, são lembrados pelo afã de Hitler
em provar e impor sua teoria de superioridade da raça ariana. No entanto, o
herói olímpico mais popular desta edição foi o atleta negro Jesse Owens...”
“...Em Berlim 1936 ...
Jesse Owens, um corredor de raça negra dos EUA proveniente da Universidade de
Ohio, bateu o recorde mundial nas semifinais dos 100m, com 10"02, diante
da complacência de Hitler. Esta ocasião significou uma primeira chamada de
atenção para o governante alemão e suas desafortunadas teorias sobre a
inferioridade das raças não-arianas, que pelo menos nas pistas não foram
cumpridas...”
“...Owens passaria à
história como um dos melhores atletas de todos os tempos, graças à performance
nestes jogos: ganhou o ouro nos 100m, 200m, salto à distância e no revezamento
4x100m. Bateu ou igualou no mesmo dia, em um espaço de 100 minutos, cinco
marcas mundiais diante do olhar incrédulo do Führer, que se negou a premiar o
atleta norte-americano, abandonando o estádio.
A serenidade,
habilidade fenomenal e cavalheirismo converteram Owens em um ícone, inclusive
entre o público alemão...” (http://esportes.terra.com.br/atenas2004/interna/0,,OI353062-EI4066,00.html)
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